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Maternidade registra alta de 27% no número de partos no primeiro trimestre
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Ter, 26 de Abril de 2016

A macro-reforma em andamento na maternidade do Hospital Nardini não impediu que a unidade registrasse avanços substanciais na assistência materno-infantil da população. O aumento de 27% no número de partos no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, aliado a diversas iniciativas de cuidado ampliado em rede, expressa o esforço da gestão em manter e qualificar o padrão de assistência às gestantes e bebês do município. Em números absolutos, foram 500 partos contra 392 do ano passado. O número de procedimentos, como laqueaduras e demais exames ginecológicos, também registrou alta e chegou a 22% no mesmo período (de 472 para 577).

No início de abril a Prefeitura anunciou a queda recorde do índice de mortalidade infantil no município, que pela primeira vez na história chegou a 11,64 mortes a cada mil crianças nascidas vidas. Em 2013, no início da gestão, o índice era de 15,71. A redução chega a 27% no período. A maternidade do Nardini, em parceria com a assistência articulada com toda a Rede de Saúde, teve papel fundamental na melhoria do índice com a implantação de várias diretrizes do Programa Rede Cegonha, idealizado pelo Ministério da Saúde. A estratégia visa assegurar às mulheres o direito ao planejamento reprodutivo e a atenção humanizada à gravidez e às crianças o direito ao nascimento seguro e crescimento/desenvolvimento saudável. “A diminuição do índice está atrelada a boa qualidade de todos os programas assistenciais de saúde pública, particularmente os da Saúde da Mulher e Saúde da Criança. Uma gravidez planejada e desejada, se bem acompanhada no pré-natal, e posteriormente aliada ao incentivo ao aleitamento materno, proporciona diminuição significativa na morbidade e mortalidade intrauterina e neonatal. Mauá abraçou esta causa e os resultados são e serão cada vez mais promissores”, comenta o coordenador da maternidade do hospital, Dr. Manoel Messias de Oliveira.

Quais ações da maternidade influenciaram a redução da mortalidade?

• Implantação do acolhimento por classificação de risco no pronto-socorro de Ginecologia Obstetrícia, que permite priorizar os atendimentos conforme a urgência do caso;

• Ampliação do horário para realização de exames de ultrassonografia, antes realizados apenas no período da tarde;

• Intensificação das orientações sobre amamentação por enfermeiras obstetrizes ainda no Centro Obstétrico e na UTI Neonatal;

• Participação efetiva no Comitê de Mortalidade Materno-Infantil do município, onde são classificadas e identificadas causas de óbitos, provocando ações de correção e melhorias;

• Criação do posto de coleta de leite humano, que evita deixar os bebês sem amamentação após a primeira hora de vida;

• Fortalecimento do vínculo das mamães com o hospital por meio de visitas agendadas à maternidade durante a gestação, denominado Programa Primeiros Passos;

• Agendamento binômio, que garante às mamães e bebês consulta marcada em sua UBS de referência após a alta hospitalar;

• Realização de testes de triagem neonatal ainda no Centro Obstétrico, onde os bebês recebem vacinas contra hepatite B, tuberculose e são submetidos ao teste do pezinho, do coraçãozinho e da orelhinha (procedimentos capazes de identificar precocemente doenças metabólicas, genéticas, infecciosas e cardiopatias).

“O trabalho não seria possível sem a mobilização e comprometimento das equipes. Nossos trabalhadores vestiram a camisa e abraçaram a mesma causa. Todos esses esforços pactuados em rede impactam diretamente na queda do índice e a tendência é apenas melhorar”, disse a coordenadora de Enfermagem da maternidade, Juliana Antonio. Para a diretora de Enfermagem, Luana Alves de Oliveira, com o avanço no cuidado assistencial, o que falta atualmente é a melhoria da infraestrutura. “Hoje os plantões da maternidade estão 100% preenchidos e com profissionais especializados em Obstetrícia, o que garante às gestantes e bebês – ainda que com limitações estruturais – um cuidado qualificado na assistência à saúde. Agora, esperamos a conclusão das obras. A nova estrutura, mais ampla, modernizada e acolhedora, permitirá aperfeiçoar ainda mais as boas práticas preconizadas pela Rede Cegonha.”

OBRAS MATERNIDADE – A 1ª fase das obras da maternidade do Novo Nardini está 45% concluída. Os 5 quartos PPP, utilizados pelas gestantes nos momentos pré-parto, parto e após o parto, garantem acomodação privativa para paciente e acompanhante e cuidados especializados com foco no parto humanizado. Na próxima fase da obra os trabalhos serão concentrados na área da UTI Neonatal, Ginecologia Obstetrícia e unidades de cuidados intermediários. A estrutura geral será composta por 19 leitos PPP, sendo 10 deles como Centro de Parto Normal, além de 10 leitos de UTI Neonatal, 15 leitos de cuidados intermediários e 5 leitos na Unidade Mamãe Canguru. A reforma também possibilitará a construção de um novo e moderno Centro Obstétrico.

O investimento total é de R$ 5,3 milhões, sendo R$ 3,3 milhões da emenda parlamentar da senadora Marta Suplicy e o restante de recursos do Ministério da Saúde oriundos da Rede Cegonha (R$ 540 mil) e de contrapartida municipal (R$ 326 mil). Todas as fases de construção do projeto Novo Nardini respeitarão cronograma para que seja possível atender os pacientes sem provocar aumento do risco assistencial.

 


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